A palestra aconteceu nesta segunda-feira, dia 29 de janeiro, na Câmara de
Vereadores de Alcobaça.

O público alvo foram os médicos, enfermeiros e agentes comunitários de saúde, dentre outros profissionais da rede pública municipal de saúde.

De acordo com Morgana Lemos (Coordenadora Municipal da Atenção Básica), “a iniciativa foi do Departamento de Vigilância Epidemiológica com o objetivo de atualizar os profissionais de saúde para o correto diagnóstico e tratamento da doença”, disse.

Segundo Cintia Martins, Coordenadora da Vigilância Epidemiológica, “o objetivo foi preparar as equipes para a notificação dos casos e atualização do sistema de controle da doença”, explicou.

Para o médico e palestrante, Dr. Eduardo Borges, “é importante conhecer a doença para evitar a discriminação e aumentar o acolhimento”, argumentou.

A DOENÇA: O mês de janeiro ganhou a cor roxa para alertar e conscientizar a sociedade sobre o combate à hanseníase. A doença, cercada de preconceitos e estigma, é contagiosa, mas, tem controle e tratamento oferecidos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

SINTOMAS DA HANSENÍASE: Inicialmente, aparecem uma ou mais manchas de cor avermelhada ou esbranquiçada na pele ou em qualquer parte do corpo. No local ocorre diminuição ou perda da sensibilidade ao calor, a dor e ao tato. Na maioria das vezes ela passa despercebida por não incomodar, pois não coça e nem dói.

Com a evolução da doença, surge sensação de picadas, dormência ou formigamento em partes do corpo afetadas. Sensação de fraqueza nos braços, mãos, pernas e pés. Caroços vermelhos e dolorosos, febre, ínguas, edema de mãos e pés, dores articulares, dor e espessamento nos nervos (neurites) e mal-estar generalizado. A doença pode se manifestar também na forma neural, com sintomas muito parecidos com crises de reumatismo.

Teixeira Agora/ASCOM

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